28/09/16

Rumo a Uma Internet Mais Segura


Para ajudar os usuários a navegar com segurança pela web, o Chrome indica a segurança da conexão com um ícone na barra de endereço. Historicamente, o Chrome não rotula explicitamente conexões HTTP como não seguras. Com início em janeiro de 2017 (Chrome 56), marcaremos os sites HTTP que transmitem senhas ou cartões de crédito como não seguros, o que faz parte de um plano de longo prazo de marcar todos os sites HTTP como não seguros.


O Chrome atualmente classifica conexões HTTP com um indicador neutro. Isso não reflete a verdadeira falta de segurança das conexões HTTP. Ao carregar um site por HTTP, alguém na rede pode ver ou modificar o site antes de você chegar a ele.

Uma parte substancial do tráfego na web migrou para HTTPS até o momento e o uso de HTTPS aumenta constantemente. Recentemente, atingimos um marco com mais da metade dos carregamentos de página do Chrome para área de trabalho sendo realizadas por HTTPS. Além disso, desde quando lançamos nossos relatórios de HTTPS, em 12 de fevereiro, mais dos 100 maiores sites mudaram seu fornecimento padrão de HTTP para HTTPS.

Estudos mostram que os usuários não percebem a falta de um ícone de “protegido” como alerta, mas também que os usuários não percebem alertas que ocorrem com muita frequência. Nosso plano para rotular sites HTTP como não seguros de forma mais clara e precisa acontecerá em etapas graduais, com base no aumento do rigor dos critérios. Com início em janeiro de 2017, o Chrome 56 rotulará páginas HTTP com campos de formulário de senha ou dados de cartão de crédito como “não seguros”, dada a natureza particularmente confidencial.

Nas próximas versões, continuaremos ampliando os alertas de HTTP, por exemplo, rotulando páginas HTTP como “não seguras” no modo de navegação anônima, em que os usuários podem ter maiores expectativas de privacidade. Eventualmente, planejamos rotular todas as páginas HTTP como não seguras e alterar o indicador de segurança HTTP para o triângulo vermelho que usamos para HTTPS interrompido.


Publicaremos atualizações a esse plano à medida que nos aproximarmos de versões futuras, mas não espere para começar a migração para HTTPS. HTTPS está mais fácil e mais barato do que nunca e possibilita o melhor desempenho que a web oferece, além de novos recursos poderosos que são muito sensíveis para HTTP. Confira nossos guias de implementação para começar.

27/09/16

Android Studio 2.2

Por Jamal Eason, gerente de produtos, Android

O Android Studio 2.2 já está disponível para download. Pré-exibido na Google I/O 2016, o Android Studio 2.2 é a versão mais recente do nosso ambiente de desenvolvimento integrado usado por milhões de desenvolvedores Android de todo o mundo.

Repleta de melhorias, essa versão tem três pontos principais: velocidade, inteligência e compatibilidade com a plataforma Android. Desenvolva com mais velocidade com recursos como o novo Editor de Layout, que torna a criação da interface do usuário de um aplicativo algo rápido e intuitivo. Desenvolva com mais inteligência com nosso novo APK Analyzer, o Inspetor de Layout aprimorado, análises de código ampliadas, recursos do IntelliJ 2016.1.3 e muito mais. Por último, como ambiente de desenvolvimento integrado oficial para o desenvolvimento de aplicativos Android, o Android Studio 2.2 inclui compatibilidade com todos os recursos ao desenvolvedor mais recentes do Android 7.0 Nougat, como o preenchimento de código, para ajudar você a adicionar recursos da plataforma Android, como o Suporte a diversas janelas, a Quick Settings API ou o reprojetado Notifications e, é claro, o Android Emulator integrado para testar tudo.

Nesta versão, aprimoramos as Estruturas Android e o ambiente de desenvolvimento integrado em conjunto para criar o Layout Restrito. Esse novo e completo gerenciador de layout ajuda a projetar layouts grandes e complexos em uma hierarquia plana e simplificada. O ConstraintLayout integra-se ao seu aplicativo como uma biblioteca de suporte Android comum e foi desenvolvido paralelamente ao novo Editor de Layout.

O Android Studio 2.2 inclui mais de 20 novos recursos dentre as principais fases do processo de desenvolvimento: concepção, desenvolvimento, compilação e teste. A nova versão inclui desde projetar IUs com o novo ConstraintLayout até programar em código C++ com o Android NDK, compilar com os compiladores Jack mais modernos, criar casos de teste para o aplicativo no Espresso: o Android Studio 2.2 é a atualização que não dá para perder. Veja mais detalhes sobre alguns dos principais destaques:

Projetar
  • Editor de Layout: Criar interfaces do usuário para aplicativos Android agora é muito mais fácil com o novo designer de interface do usuário. Construa rapidamente a estrutura da IU do seu aplicativo com o novo modo de plano do projeto e ajuste os atributos visuais de cada widget com o novo painel de propriedades. Saiba mais.

Editor de Layout


  • Layout Restrito: É um gerenciador de layout flexível para seu aplicativo, que permite criar interfaces do usuário dinâmicas sem aninhar diversos layouts. Ele tem compatibilidade retroativa até a API Android de nível 9 (Gingerbread). O ConstraintLayout funciona melhor com o novo Editor de layout do Android Studio 2.2. Saiba mais.

ConstraintLayout



Desenvolver
  • Maior compatibilidade com C++: Agora você pode usar o CMake ou o ndk-build para compilar seus projetos em C++ no Gradle. Migrar projetos de sistemas de compilação CMake para o Android Studio agora é muito simples. Além disso, você encontrará compatibilidade com C++ no novo assistente de projeto do Android Studio, além da correção de diversos erros na experiência de edição de depuração de C++. Saiba mais.

Edição de código C++ e compatibilidade com CMake


  • Buscador de exemplos: Referenciar exemplos de código Android agora está muito mais fácil com o Android Studio 2.2. Dentro da janela do editor de código, encontre ocorrências do código do seu aplicativo no exemplo de código Android do Google para ajudar a começar bem o desenvolvimento. Saiba mais.

Manu de exemplos de código



Compilar
  • Melhorias no Instant Run: Lançado no Android Studio 2.0, o Instant Run é o nosso maior investimento a longo prazo no desenvolvimento para Android para torná-lo rápido e leve. Desde o lançamento, ele melhorou significativamente os ciclos de iteração de edição, compilação e execução para muitos desenvolvedores. Nesta versão, fizemos muitas melhorias na confiabilidade e na estabilidade do Instant Run. Se você já desativou o Instant Run, recomendamos que reative-o e entre em contato se tiver mais algum problema. (Settings → Build, Execution, Deployment → Instant Run [Windows/Linux]; Preferences → Build, Execution, Deployment → Instant Run [OS X]). Para obter detalhes sobre as correções que fizemos, dê uma olhada nas notas da versão 2.2 do Android Studio.

Ativar Instant Run


  • APK Analyzer: Examine o conteúdo dos seus APKs facilmente para entender a contribuição em tamanho de cada componente. Este recurso pode ser útil para depurar problemas com multidex. Além disso, com o APK Analyzer, é possível comparar duas versões de um APK. Saiba mais.

APK Analyzer


  • Cache de compilação (experimental): Continuamos investindo na velocidade de compilação com a introdução de um novo cache de compilação experimental, que ajudará a reduzir os tempos de compilação completa e incremental. Basta adicionar android.enableBuildCache=true ao arquivo gradle.properties. Saiba mais.





Configuração do cache de compilação



Testar
  • Sensores virtuais no Android Emulator: O Android Emulator agora contém um novo conjunto de controles dos sensores virtuais. Com os novos controles de IU, é possível testar os Sensores Android, como o Acelerômetro, Temperatura ambiente, Magnetômetro e muito mais. Saiba mais.

Sensores virtuais do Android Emulator


  • Gravador de testes Espresso (beta): O Gravador de testes Espresso permite criar testes de IU facilmente por meio da gravação de interações com seu aplicativo. Depois da gravação, ele gera o código do teste de IU para você. Basta gravar as interações com um dispositivo e adicionar declarações para verificar elementos da IU em pontos específicos do seu aplicativo. Depois, o Gravador de testes Espresso coleta a gravação salva e gera um teste de IU correspondente automaticamente. Você pode executar o teste localmente, no seu servidor de integração contínua ou usando o Firebase Test Lab para Android. Saiba mais.
Gravador de testes Espresso
  • Depurador de GPU (beta): O depurador de GPU agora está em fase beta. Agora é possível capturar um fluxo de comandos do OpenGL ES no dispositivo Android e reproduzi-lo no Android Studio para análise. Você ainda pode examinar totalmente a condição de GPU de qualquer comando do OpenGL ES para entender melhor e depurar sua saída gráfica. Saiba mais:
Depurador de GPU

Recapitulando, o Android Studio 2.2 inclui os seguintes recursos principais, entre outros:
Projetar

Desenvolver

Compilar

Testar

Saiba mais sobre o Android Studio 2.2 dando uma olhada nas notas da versão e na publicação do blog de prévias.

Primeiros passos

Download

Se estiver usando uma versão anterior do Android Studio, você pode verificar se há atualizações no canal Stable no menu de navegação (Help → Check for Update [Windows/Linux], Android Studio → Check for Updates [OS X]). Também é possível baixar o Android Studio 2.2 pela página de download oficial. Para aproveitar todos os novos recursos e melhorias do Android Studio, recomendamos que você atualize o plug-in do Gradle para Android para a versão 2.2.0 no seu projeto de aplicativo atual.

Próxima versão

Gostaríamos de agradecer a todos os membros da comunidade de desenvolvedores Android pelo trabalho empregado nesta versão. Somos muito gratos pelas suas contribuições, seus comentários contínuos que inspiraram os novos recursos e seu uso muito ativo das versões canary e beta para relatar erros. Todos queremos tornar o Android Studio 2.2 a melhor versão até aqui, com muitos ajustes de estabilidade e desempenho, além de inúmeros recursos. Para a nossa próxima versão, almejamos ainda mais: queremos trabalhar com afinco para implementar seus comentários e continuar gerando qualidade e estabilidade aos recursos para tornar você mais produtivo.

Ficaríamos felizes em receber seus comentários sobre o que gostou, problemas ou recursos que gostaria de ver. Conecte-se à equipe de desenvolvimento do Android Studio na nossa página no Google+ ou no Twitter.


Novidades do Android Studio 2.2

14/09/16

Inscreva-se agora para o Launchpad Accelerator do Google Developers


Publicado por Roy Glasberg, líder global do Launchpad Accelerator

Estamos muito felizes em poder abrir a terceira turma do Launchpad Accelerator para inscrição. Se você tem uma startup no Brasil, na Índia, na Indonésia ou no México com um aplicativo nos estágios finais de desenvolvimento, recomendamos que se inscreva aqui até 24 de outubro de 2016. Sua empresa fica em outro país? Continue acompanhando, pois esperamos adicionar mais países ao programa no futuro!

O programa sem capital começará em 30 de janeiro de 2017 no novo Launchpad Space do Google Developers, em São Francisco, e incluirá 2 semanas de treinamento com todas as despesas pagas.

Quais são os benefícios?

Durante o treinamento inicial, fornecemos mentoria empresarial e técnica em detalhes para permitir que nossas startups superem desafios específicos e cresçam com sucesso. Os mentores do Launchpad vêm de todo o mundo e de mais de 20 de equipes da Google. No total, as startups recebem acesso aos recursos e ao conhecimento da Google por 6 meses.

O que buscamos ao selecionar as startups?

Cada startup que se inscreve no Launchpad Accelerator é avaliada holisticamente e com muito cuidado. Veja abaixo as orientações gerais que embasam o processo para ajudar você a entender o que buscamos nos candidatos.

Todas as startups do programa devem:
  • Ser uma startup do ramo de tecnologia.
  • Ter como alvo os mercados locais.
  • Ter sede no Brasil, na Índia, na Indonésia ou no México.
  • Ter adequação de produto-mercado comprovada (além da fase de concepção).

Consideramos também que tipo de startup você é. Além disso, avaliamos:
  • O problema que você está tentando resolver. Como cria valor para os usuários? Como você está resolvendo um desafio real da sua cidade, país ou região natal?
  • A equipe de administração tem mentalidade de liderança e o ânimo para se tornar uma formadora de opinião? Ela compartilhará o que aprendeu no Vale do Silício para beneficiar outras startups no ecossistema local?

Confira o vídeo abaixo (em inglês) sobre o programa:



Estamos ansiosos para conhecer sua startup e trabalhar junto com você na construção de um negócio de sucesso que tenha impacto local e global.

08/09/16

Analisando as Pirate Metrics (AARRR) com o Firebase



Gerar ideias com dados e adotar medidas de acordo com eles pode, muitas vezes, ser o sucesso ou a ruína da sua empresa. Nos últimos anos, o mercado cresceu intensamente, com muito mais desenvolvedores e aplicativos capazes de gerar diversos cruzamentos de dados e novos insights. Ainda assim, que a verdade seja dita, você pode ficar sobrecarregado com a quantidade de informação.

Então, que métricas você deve acompanhar para ajudar a melhorar seu produto?

A análise de dados é um campo vasto, com diversas práticas e estruturas populares sendo empregadas no mundo todo, em todos os setores. Uma das estruturas mais populares, especialmente no setor de produtos, é a "Pirate Metrics". O termo foi inventado por Dave McClure, fundador de 500 empresas iniciantes, e é muito popular dentre os gerentes de produto e growth hackers de todo o mundo pela forma como simplifica e divide o ciclo de vida do usuário de um produto.

Nesta publicação, falaremos sobre as cinco métricas que, em conjunto, são chamadas de Pirate Metrics e entender sua importância. Veja cada uma delas abaixo:


Fase 1


  • O primeiro elemento do ciclo de vida do usuário de qualquer produto é a Aquisição, que se refere à instalação do aplicativo pelo usuário. Os usuários são adquiridos de diversas maneiras, seja organicamente, como pela comunicação em redes sociais, otimização na loja de aplicativos, busca, notícias, marketing de conteúdo ou anúncios.


Fase 2


  • Parabéns, você adquiriu um usuário! No entanto, seu trabalho nem chegou na metade e ainda é preciso convencer o usuário de que vale a pena manter o aplicativo. Para ter a melhor chance, você deve Ativar o usuário levando-o à experiência que torna o aplicativo especial. Por exemplo, um jogo pode querer que o usuário passe por um tutorial de como jogar ou um aplicativo de filtro de fotos talvez queira que o usuário o experimente com uma primeira foto/imagem.


Fase 3


  • O maior desafio para a maioria dos produtos é Reter os usuários adquiridos. Uma pessoa normal só usa cerca de 26% dos aplicativos instalados diariamente. As pessoas tendem a desinstalar ou simplesmente esquecem os aplicativos que baixaram após os primeiros dias. O objetivo de qualquer novo produto saudável é encontrar uma estratégia para retê-los e fazê-los voltar sempre.


Fase 4


  • Você também quer que os usuários sejam seus maiores defensores. Nenhuma estratégia de aquisição é mais poderosa do que quando seu usuário começa a Recomendar seu produto para novas pessoas. Se os usuários amam o seu produto, eles genuinamente querem que seus amigos também o usem e você deve traçar uma estratégia para incentivá-los a fazer isso.


Fase 5


  • Por fim, você deve gerar Receita com o aplicativo para expandir sua empresa e atingir mais usuários.

Essas cinco etapas — Aquisição, Ativação, Retenção, Recomendação e Receita são, juntas, as Pirate Metrics. Elas podem ser aplicadas à maioria dos produtos digitais. Os gerentes de produto usam diversas ferramentas para acompanhar essas métricas.

Com o novo Firebase, você não apenas pode acompanhá-las em um só lugar, como também pode usar o conjunto de ferramentas para aprimorá-las.


Leia o artigo original (em inglês) escrito por Parul Soi no Firebase Blog

06/09/16

Interações mais seguras com OAuth em aplicativos nativos

Publicado por William Denniss, Gerente de produtos de identidade e autenticação

A equipe de identidade está trabalhando sem parar para ajudar os usuários da Google a acessar aplicativos de terceiros com a conta Google de forma segura e fácil e para permitir que os usuários compartilhem determinadas informações da sua conta, como calendário ou informações de contato, com outros aplicativos, quando quiserem.

Nos bastidores, essas interações acontecem por meio de solicitações de OAuth e, por muitos anos, a Google ofereceu suporte a diversas maneiras de implementar fluxos do OAuth para os desenvolvedores. Pensando em mais segurança e usabilidade, em breve removeremos a compatibilidade com uma dessas formas. Nos próximos meses, não permitiremos mais solicitações de OAuth ao Google em navegadores embutidos, conhecidos como “web-views”, como o elemento de IU WebView no Android e UIWebView/WKWebView no iOS, além de equivalentes do Windows e do OS X.

Usar o navegador do dispositivo para solicitações de OAuth em vez de uma web-view embutida pode aumentar muito a facilidade de uso dos aplicativos: os usuários só precisam fazer o login Google uma vez por dispositivo e aumentar as taxas de conversão dos fluxos de acesso e autorização no aplicativo. Os padrões modernos de “guia do navegador dentro do aplicativo”, disponíveis em alguns sistemas operacionais, como Chrome Custom Tabs no Android e SFSafariViewController no iOS, oferecem ainda mais melhorias à UX para fluxos de OAuth com base no navegador.

Em contraste, o método ultrapassado de usar navegadores embutidos para o OAuth significa que um usuário precisa fazer login toda vez, em vez de usar a sessão já acessada do dispositivo. O navegador do dispositivo também fornece maior segurança, já que os aplicativos podem inspecionar e modificar o conteúdo em um web-view, mas não o conteúdo exibido no navegador.

Para ajudar na migração, oferecemos bibliotecas e exemplos que seguem as práticas recomendadas modernas que você pode usar:

  • Google Sign-In para Android e iOS, nosso SDK recomendado para acesso e OAuth com Contas do Google.
  • AppAuth para Android, iOS e OS X, uma biblioteca de cliente OAuth de código aberto que pode ser usada com o Google e outros provedores do OAuth. Além disso, oferecemos GTMAppAuth (para iOS e OS X), uma biblioteca que permite compatibilidade com o AppAuth para a Biblioteca de cliente das Google APIs para Objective-C e os projetos do GTM Session Fetcher.
  • Exemplos do Google Sign-In e do OAuth para Windows, exemplos que demonstram como usar o navegador para autenticar usuários Google em diversos ambientes Windows, como a Plataforma universal do Windows (UWP), aplicativos para computadores e console.

Você também pode ler a documentação sobre protocolo para saber mais sobre nosso suporte com base nas normas do OAuth para aplicativos nativos e um esboço da atual prática recomendada da IETF sobre esse assunto.

As versões do Google Sign-In para iOS anteriores à 3.0 não são compatíveis com as atuais práticas recomendadas do setor para a guia de navegador dentro de aplicativos e, portanto, foram abandonadas. Se você usa o Google Sign-In, atualize para a versão mais recente para aproveitar todas as recentes melhorias de segurança e usabilidade. Por enquanto, essa política não remove a compatibilidade com WebView no iOS 8, no entanto, poderemos começar a exibir avisos recomendando aos usuários que atualizem seus dispositivos para melhorar a segurança.

A partir de 20 de outubro de 2016, evitaremos que novos clientes OAuth usem web-views em plataformas com uma alternativa viável e forneceremos avisos graduais aos usuários para clientes OAuth existentes. Em 20 de abril de 2017, começaremos a bloquear solicitações de OAuth de web-views para todos os clientes OAuth em plataformas que tenham alternativas viáveis.

Se tiver dúvidas sobre a migração, publique no Stack Overflow com o rótulo “google-oauth”.

02/09/16

Participe do Hackaton Imigrante na sede do Google em SP


Venha ajudar a desenvolver projetos de impacto para imigrantes e refugiados - os novos brasileiros! Um grupo formado por imigrantes, refugiados e brasileiros se juntou para solucionar os principais problemas de quem está chegando ao Brasil. Participando do Hackaton, você tem a chance de ajudar a resolver as seguintes questões:

- Como facilitar acesso à informação na chegada dos refugiados?

- Como conseguir moradia para os novos brasileiros?

- Como ajudar imigrantes que não falam português a atuar no mercado de trabalho?

- Como ajudar o novo brasileiro a achar um emprego em sua área de atuação?

- Como promover laços e conexões de qualidade entre novos brasileiros e locais?


Os encontros acontecerão nas seguintes datas:

10 de Setembro: Construção do Modelo de Negócios
22 de Outubro: Desenvolvimento de Clientes
19 e 20 Novembro: Demo Weekend

Inscreva-se em: https://goo.gl/hikK0F


01/09/16

Prepare-se! A temporada da DevFest começou!

devfest_2016.png

Hoje começa a temporada do DevFest anual, uma série de eventos realizados pela comunidade de desenvolvedores que acontecerá pelos próximos 3 meses. As divisões do Grupo de desenvolvedores Google (GDG) de todo o mundo realizarão eventos do #DevFest16, reunindo desenvolvedores para trocar conhecimento, compartilhar ideias e mostrar sua paixão pela tecnologia.

Na essência, o #DevFest16 é alimentada por uma crença compartilhada de que, quando desenvolvedores se juntam para trocar ideias, coisas incríveis podem acontecer! É uma oportunidade para os GDGs compartilharem palestrantes e recursos de evento entre si para realizar eventos de qualidade adaptados exclusivamente às necessidades das comunidades de desenvolvedores locais. Os participantes podem esperar conteúdo técnico sobre as tecnologias de desenvolvimento da Google, incluindo o Firebase, a Google Cloud Platform, aprendizado automático com TensorFlow, desenvolvimento web e muito mais.  

Prevemos a participação de 50 mil desenvolvedores de mais de 70 países no #DevFest16. Do Canadá à Austrália, na América do Sul, na África, na Europa e na Ásia, os GDGs se juntarão para dar a você uma experiência enriquecedora. Encontre umo DevFest perto de você!

Divirta-se!